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    <title>ddeschamps - Notícias</title>
    <link>http://www.ddeschamps.com.br/noticias/</link>
    <description>Notícias publicadas no site ddeschamps</description>
    <language>pt-br</language>
    <pubDate>Sun, 20 May 2012 11:32:10 +0000</pubDate>
    <lastBuildDate>Sun, 20 May 2012 11:32:10 +0000</lastBuildDate>
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    <item>
      <title>Entenda como funcionam os seguros residenciais</title>
      <link>http://www.ddeschamps.com.br/noticias/entenda-como-funcionam-os-seguros-residenciais/</link>
      <description><![CDATA[<p>Os seguros residenciais ainda s&atilde;o pouco conhecidos pela popula&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o &eacute; raro ouvir hist&oacute;ria de pessoas que se sentiram lesadas quando precisaram acionar a seguradora para pedir ressarcimento pelos bens segurados. Entenda como funcionam as coberturas e as t&atilde;o temidas cl&aacute;usulas de exclus&atilde;o dos seguros residenciais.</p>
<p>Nem todo seguro vai garantir o ressarcimento total dos bens, mas a escolha pela cobertura total ou parcial deve ser feita por quem est&aacute; contratando o servi&ccedil;o. De acordo com o Guia de Orienta&ccedil;&atilde;o e Defesa do Segurado do Susep, &oacute;rg&atilde;o ligado ao Minist&eacute;rio da Fazenda e respons&aacute;vel pelo controle e fiscaliza&ccedil;&atilde;o do mercado de seguros, ao contratar o seguro o consumidor deve determinar qual &eacute; o limite m&aacute;ximo de indeniza&ccedil;&atilde;o (LMI) que a seguradora dever&aacute; pagar. Na hip&oacute;tese "cobertura a risco total", o limite m&aacute;ximo de indeniza&ccedil;&atilde;o dever&aacute; ser igual ao valor atual do bem.</p>
<p>Para chegar ao valor atual do im&oacute;vel o consumidor deve considerar quanto vale a constru&ccedil;&atilde;o, excluindo o valor do terreno. O seguro paga o valor necess&aacute;rio para a reconstru&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o o valor de venda.</p>
<p>No entanto, tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel determinar que o limite m&aacute;ximo de indeniza&ccedil;&atilde;o corresponda a uma determinada porcentagem do valor atual do im&oacute;vel. Por exemplo, se o limite m&aacute;ximo for estipulado em 80% do valor do bem, o pr&oacute;prio segurado ser&aacute; respons&aacute;vel por arcar com a diferen&ccedil;a. Esse mecanismo est&aacute; presente nos contratos atrav&eacute;s de uma cl&aacute;usula chamada "cl&aacute;usula de rateio" .</p>
<p>Quando o segurado opta pela contrata&ccedil;&atilde;o classificada como "cobertura a primeiro risco absoluto", segundo o guia da Susep, a cl&aacute;usula de rateio n&atilde;o &eacute; aplicada em nenhuma hip&oacute;tese.</p>
<p>No geral, os planos mais simples de seguros residenciais oferecem cobertura contra inc&ecirc;ndio, queda de raios e explos&otilde;es de g&aacute;s de cozinha. Para que a cobertura atenda melhor &agrave;s suas necessidades, o consumidor deve identificar os riscos aos quais seu im&oacute;vel est&aacute; submetido e agregar outras coberturas ao plano b&aacute;sico, como contra danos el&eacute;tricos, vendavais, enchentes e roubos.</p>
<p>O consumidor deve ficar atento &agrave;s clausulas de exclus&otilde;es, que descrevem os casos em que a seguradora n&atilde;o ir&aacute; indenizar o segurado. A situa&ccedil;&atilde;o mais comum &eacute; na cobertura contra alagamentos, quando uma cl&aacute;usula determina que n&atilde;o haver&aacute; indeniza&ccedil;&atilde;o caso o incidente tenha sido causado por portas e janelas que estavam abertas.</p>
<p>No plano simples, por exemplo, s&oacute; &eacute; considerado inc&ecirc;ndio quando o fogo se propaga. Ou seja, se a chama ficou limitada a um m&oacute;vel ou aparelho, n&atilde;o haver&aacute; indeniza&ccedil;&atilde;o, a n&atilde;o ser que o consumidor tenha contratado uma cobertura adicional para estas situa&ccedil;&otilde;es. Da mesma forma, explos&otilde;es que n&atilde;o tenham sido causadas por g&aacute;s de cozinha e danos originados por raios que n&atilde;o ca&iacute;ram exatamente dentro do terreno do im&oacute;vel segurado precisam de cobertura adicional.</p>
<p>A maioria dessas situa&ccedil;&otilde;es, como o fogo causado por curto-circuito em um aparelho, curto-circuito causado por um raio que n&atilde;o caiu na resid&ecirc;ncia, mas chegou a ela pela rede el&eacute;trica, s&atilde;o cobertos pelo seguro contra danos el&eacute;tricos. A diferen&ccedil;a &eacute; que geralmente neste caso &eacute; comum que haja a aplica&ccedil;&atilde;o de uma franquia, enquanto na cobertura b&aacute;sica n&atilde;o h&aacute; essa cobran&ccedil;a extra.</p>
<p>A cobertura contra roubos tamb&eacute;m precisa ser contratada como adicional ao seguro b&aacute;sico e &eacute; um dos itens que causa mais problema entre segurados e seguradores. Como as empresas n&atilde;o precisam obrigatoriamente vistoriar os im&oacute;veis para concretizar a contrata&ccedil;&atilde;o do seguro, tamb&eacute;m cabe ao consumidor listar e descrever o valor dos bens m&oacute;veis que possui em casa.</p>
<p>Nem sempre as seguradoras exigem a nota fiscal dos produtos que o consumidor possui na resid&ecirc;ncia na hora de assinar o contrato, mas quando ocorre a abertura do sinistro, o segurado vai precisar comprovar por meio delas que o bem realmente existia. Por isso, o consumidor deve declarar no contrato de seguro apenas aqueles bens cujas notas fiscais ele ainda tenha consigo.</p>
<p>Em algumas seguradoras a nota fiscal pode ser substitu&iacute;da pelo manual de instru&ccedil;&atilde;o dos objetos roubados. O segurado deve se atentar que ser&aacute; exigida nota fiscal de aquisi&ccedil;&atilde;o e/ou manual dos objetos sinistrados para pagamento da indeniza&ccedil;&atilde;o dos equipamentos eletroeletr&ocirc;nicos, cinematogr&aacute;ficos, fotogr&aacute;ficos, computadores e an&aacute;logos.</p>
<p>No caso de alagamentos, desmoronamentos e inc&ecirc;ndio n&atilde;o h&aacute; a necessidade de apresentar as notas fiscais desde que o m&oacute;vel ou aparelho ainda esteja na casa.</p>
<p>O valor da indeniza&ccedil;&atilde;o &eacute; o segundo constrangimento mais comum para quem contrata o seguro de conte&uacute;do, aquele que protege os bens que est&atilde;o dentro do im&oacute;vel. O c&aacute;lculo da indeniza&ccedil;&atilde;o para danos materiais ter&aacute; como base o valor de cada bem na &eacute;poca da aquisi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Isso significa que se sua televis&atilde;o comprada h&aacute; dez anos foi roubada, a indeniza&ccedil;&atilde;o vai seguir o custo de compra de um modelo igual, mesmo que fora de linha. Com isso, o valor repassado ao segurado pode ser insuficiente para a aquisi&ccedil;&atilde;o de um aparelho nos moldes dos televisores atuais. A seguir saiba mais sobre o que &eacute; considerado roubo pelas seguradoras.</p>
<p>Antes de acionar o seguro no caso de bens roubados, &eacute; preciso entender que apenas os roubos que tenham deixados vest&iacute;gios de viol&ecirc;ncia, como arrombamentos, ser&atilde;o indenizados. N&atilde;o pode apenas sumir o bem. Todo roubo tem de ter vest&iacute;gio, seja arrombamento, quebra ou viol&ecirc;ncia, se n&atilde;o haver&aacute; contesta&ccedil;&atilde;o sim. Tem de ter viol&ecirc;ncia ou contra os bens ou pelo uso de armas.</p>
<p>Outro cuidado importante que o segurado precisa tomar &eacute; sempre atualizar seu endere&ccedil;o quando necess&aacute;rio e pedir a inclus&atilde;o de novos bens na cobertura quando comprar um m&oacute;vel ou aparelho eletroeletr&ocirc;nico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REPORTAGENS RELACIONADAS:</p>
<p><a href="http://www.ddeschamps.com.br/noticias/fechaduras-com-mais-seguranca/">Fechaduras com mais seguran&ccedil;a</a><br /><br /><a href="http://ddeschamps.com.br/noticias/novas-fechaduras-digitais-aumentam-a-sua-seguranca/">Novas fechaduras digitais aumentam a sua seguran&ccedil;a</a><br /><br /><a href="http://www.ddeschamps.com.br/noticias/como-controlar-a-entrada-de-pessoas-no-condominio/">Como controlar a entrada de pessoas no condom&iacute;nio</a></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 17 May 2012 07:30:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Evite sobrecargas nos dias frios</title>
      <link>http://www.ddeschamps.com.br/noticias/evite-sobrecargas-nos-dias-frios/</link>
      <description><![CDATA[<p>Im&oacute;veis que n&atilde;o t&ecirc;m a instala&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica dimensionada para atender a quantidade e perfil dos eletrodom&eacute;sticos e eletr&ocirc;nicos que uma fam&iacute;lia costuma ter em casa hoje em dia, s&atilde;o um problema comum. Uma pesquisa realizada pela Universidade Tecnol&oacute;gica Federal do Paran&aacute; (UTFPR), em 2003, apontou que na &eacute;poca 40 dos 45 entrevistados informaram ou que ocorria o desarme do disjuntor ou queima do fus&iacute;vel com a utiliza&ccedil;&atilde;o normal da instala&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica.</p>
<p>Segundo o engenheiro eletricista e professor da UTFPR Paulo Walenia, que coordenou a pesquisa, a falta de adequa&ccedil;&atilde;o da rede el&eacute;trica acontece tanto em im&oacute;veis novos como antigos e os moradores apenas se d&atilde;o conta disso justamente quando o disjuntor come&ccedil;a a desarmar. Valter Vanderlei Teixeira, instrutor do Senai, afirma que esse desarme acontece com mais frequ&ecirc;ncia durante o inverno porque os aparelhos usados para controle t&eacute;rmico, como o aquecedor, chuveiro e torneiras el&eacute;tricas, demandam mais corrente el&eacute;trica.</p>
<p>Paulo e Valter explicam que as pessoas precisam entender que a queda do disjuntor n&atilde;o &eacute; o problema, mas sim a medida de seguran&ccedil;a acionada automaticamente pela instala&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica quando h&aacute; risco na rede. Por isso, n&atilde;o se deve apenas trocar o disjuntor por um de maior valor nominal para evitar os desarmes. "Se voc&ecirc; apenas troca o disjuntor e mant&eacute;m a mesma fia&ccedil;&atilde;o, os fios come&ccedil;am a esquentar e o disjuntor n&atilde;o vai avisar sobre o risco de curto-circuito e inc&ecirc;ndio", comenta Paulo Walenia.</p>
<p>Os profissionais mencionam que o primeiro passo para evitar a sobrecarga da rede el&eacute;trica &eacute; evitar o uso de beijamins e extens&otilde;es para suprir a falta de tomadas no ambiente. Al&eacute;m disso, &eacute; preciso que os moradores adquiram aparelhos que tenham consumo de energia e intensidade de corrente el&eacute;trica compat&iacute;vel com o dimensionamento de sua resid&ecirc;ncia.</p>
<p>O pr&oacute;prio quadro disjuntores de uma resid&ecirc;ncia deve conter informa&ccedil;&otilde;es ess&ecirc;ncias sobre a instala&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica da casa. O professor Paulo Walenia explica que cada disjuntor corresponde a um circuito da resid&ecirc;ncia e o valor nominal do equipamento significa qual a intensidade m&aacute;xima de corrente que aquele circuito &eacute; capaz de suportar. O ideal &eacute; que no quadro exista uma sinaliza&ccedil;&atilde;o indicando qual ambiente da casa &eacute; controlado por aquele disjuntor. Por exemplo: chuveiro, tomadas do quarto, interruptores da sala e assim por diante.</p>
<p>Quanto menos disjuntores no quadro, mais chances de a resid&ecirc;ncia apresentar incompatibilidade entre a quantidade de aparelhos el&eacute;tricos e a capacidade da instala&ccedil;&atilde;o. O instrutor do Senai Valter Vanderlei Teixeira ensina que o conjunto de aparelhos ligados a tomadas controladas por um disjuntor com valor nominal de 20 A (amp&egrave;res), n&atilde;o deve ultrapassar 15 A para que o circuito esteja seguro.</p>
<p>A intensidade da corrente, simbolizada pelo A, do aparelho pode ser calculada dividindo-se o n&uacute;mero de watts pela voltagem da resid&ecirc;ncia. Ou seja, um chuveiro de 4500 watts ligado em uma rede de 220 volts vai gerar uma corrente de 20,45 A. Caso o disjunto do circuito do chuveiro tenha, por exemplo, valo nominal de 20 A, haver&aacute; risco de ocorrer sobrecarga.</p>
<p>Por isso, se voc&ecirc; pretende trocar o chuveiro, ou qualquer aparelho, por um mais potente para enfrentar o inverno, precisa saber se o watts do novo equipamento &eacute; compat&iacute;vel com os amp&egrave;res do disjuntor da tomada no qual ser&aacute; ligado, caso contr&aacute;rio haver&aacute; o desarme. Para evitar a sobrecarga da rede, &eacute; preciso sempre comprar aparelhos compat&iacute;veis com o disjuntor ou contratar um profissional para refazer o dimensionamento da rede el&eacute;trica de maneira que a capacidade dela fique maior.</p>
<p>Para quem adquire um im&oacute;vel novo, as informa&ccedil;&otilde;es sobre a capacidade da instala&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica em cada ambiente da resid&ecirc;ncia devem estar descritas no manual de uso entregue pelas construtoras aos propriet&aacute;rios. Nos demais casos, o ideal &eacute; que se consulte um t&eacute;cnico em eletricidade ou engenheiro eletricista para que ele indique a capacidade da rede el&eacute;trica da casa.</p>
<p>Paulo Walenia menciona que equipamentos de maior pot&ecirc;ncia precisam ter um circuito el&eacute;trico exclusivo para eles, sem que outros aparelhos estejam ligados &agrave; mesma fia&ccedil;&atilde;o de transporte de eletricidade. Este &eacute; o caso, por exemplo, da geladeira, do chuveiro, do ar-condicionado, das lavadoras e secadoras de roupas, das m&aacute;quinas de lavar lou&ccedil;as e at&eacute; do micro-ondas.</p>
<p>Para o aquecedor tamb&eacute;m &eacute; indicado que se crie um circuito exclusivo. De acordo com o diretor de opera&ccedil;&otilde;es da AES Eletropaulo, Otavio Grilo, o consumo deste aparelho &eacute; equivalente ao de um chuveiro. Valter Vanderlei Teixeira comenta que no caso de aquecedores port&aacute;teis de baixa pot&ecirc;ncia, em m&eacute;dia 1800 Watts, &eacute; poss&iacute;vel que eles sejam ligados em tomadas comuns. No entanto, Paulo Walenia ressalta que a capacidade e a quantidade de aparelhos ligados em um ambiente podem fazer com que ao acionar o aquecedor na sala, por exemplo, ele provoque o desarme do disjuntor, enquanto no quarto o funcionamento ocorra sem problemas.</p>
<p>O professor explica que, na hora de comprar, os consumidores devem passar a dar prefer&ecirc;ncia aos equipamentos classificados como A pelo selo de efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica do Programa Nacional de Conserva&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica, Procel. "O &iacute;ndice A faz diferen&ccedil;a. Quando um aparelho tem &iacute;ndice C significa que ele consome mais energia para ter o mesmo desempenho que um classificado como A. E se consome mais est&aacute; deslocando mais carga na fia&ccedil;&atilde;o", observa Paulo Walenia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REPORTAGENS RELACIONADAS:</p>
<p><a href="http://ddeschamps.com.br/noticias/evite-os-acidentes-com-eletricidade/">Evite os acidentes com eletricidade</a><br /><br /><a href="http://www.ddeschamps.com.br/noticias/como-prevenir-incendios-em-casa/">Como prevenir inc&ecirc;ndios em casa</a></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 17 May 2012 07:15:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Conforto e segurança nas escadas</title>
      <link>http://www.ddeschamps.com.br/noticias/conforto-e-seguranca-nas-escadas/</link>
      <description><![CDATA[<p>Circula&ccedil;&atilde;o, por defini&ccedil;&atilde;o, &eacute; o ato de se deslocar livremente. Na arquitetura, os espa&ccedil;os destinados a essa finalidade devem ser seguros ao movimento do ir e vir. A circula&ccedil;&atilde;o vertical por meio de escadas ou rampas requer um conjunto de regras para minimizar o esfor&ccedil;o f&iacute;sico.<br />No caso da escada, a medida dos degraus pode variar de 28 a 32 cm na pisada e de 16 a 18 cm na altura.</p>
<p>Em resid&ecirc;ncias, por exemplo, a largura da escada pode ser a partir de 90 cm em locais pequenos. Claro que &eacute; melhor se puder contar com 1,05 m de largura.</p>
<p>No espa&ccedil;o p&uacute;blico essa dimens&atilde;o deve ser calculada de acordo com o fluxo de pessoas a circular por ela e nunca &eacute; mais estreita do que 1,20 m, e preferencialmente, adotar 1,50 m como m&iacute;nimo.</p>
<p>Esse dimensionamento &eacute; o mesmo para todos os degraus, ou seja, nunca se muda a medida nem do espelho nem do piso ao longo de todo o percurso da escada. O ritmo deve ser constante para n&atilde;o surpreender o transeunte e ocasionar uma queda.</p>
<p>Para os espa&ccedil;os p&uacute;blicos existem normas rigorosas a serem seguidas como a NBR 9050 ou NBR 9077. Nas resid&ecirc;ncias unifamiliares &eacute; facultativo, por&eacute;m, no que se refere ao conforto e &agrave; seguran&ccedil;a, &eacute; adequado segui-las.</p>
<p><strong>Apoio</strong></p>
<p>Renegado ou esquecido por muitos, o corrim&atilde;o da escada &ndash; ou rampa &ndash; &eacute; item de fundamental import&acirc;ncia para garantir a seguran&ccedil;a e o conforto no tr&acirc;nsito vertical. Sua fun&ccedil;&atilde;o de apoio e deslize das m&atilde;os determinam naturalmente seu formato e dimens&otilde;es.</p>
<p>Sua altura correta &eacute; de 92 cm acima do piso. Os de formato redondo, devem ter di&acirc;metro de 3 cm a 4,5 cm. Outros formatos s&atilde;o permitidos, desde que, a parte superior da pe&ccedil;a seja arredondada. O espa&ccedil;o entre essa pe&ccedil;a e a parede deve ter no m&iacute;nimo 4 cm. Para permitir o correr das m&atilde;os, a fixa&ccedil;&atilde;o, se for feita na parede, deve ser por baixo da pe&ccedil;a e n&atilde;o na sua lateral.</p>
<p>Os corrim&atilde;os embutidos na alvenaria devem deixar livre cerca de 15 cm acima da pe&ccedil;a para a entrada da m&atilde;o no nicho. A rigor, o comprimento do corrim&atilde;o deve ultrapassar 30 cm ap&oacute;s o &uacute;ltimo degrau, permitindo o apoio mesmo quando se est&aacute; chegando ao t&eacute;rmino do percurso.</p>
<p>O material utilizado deve ser adequado ao toque. Em resid&ecirc;ncias, uma boa op&ccedil;&atilde;o &eacute; a madeira. J&aacute; no espa&ccedil;o p&uacute;blico prevalece a necessidade da boa higieniza&ccedil;&atilde;o, o que nos leva ao a&ccedil;o inox, ao alum&iacute;nio ou ao ferro pintado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REPORTAGENS RELACIONADAS:</p>
<p><a href="http://www.ddeschamps.com.br/noticias/hall-de-entrada-e-cartao-de-visitas/">Hall de entrada &eacute; cart&atilde;o de visitas</a></p>
<p><a href="http://www.ddeschamps.com.br/noticias/idosos-requerem-adaptacoes-no-apartamento-para-evitar-acidentes/">Idosos requerem adapta&ccedil;&otilde;es no apartamento para evitar acidentes</a></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 17 May 2012 07:00:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>O melhor tipo de vidro para ambientes do apartamento</title>
      <link>http://www.ddeschamps.com.br/noticias/o-melhor-tipo-de-vidro-para-ambientes-do-apartamento/</link>
      <description><![CDATA[<p>O vidro &eacute; um recurso cada vez mais usado na arquitetura quando a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; integrar ambientes entre si ou com a &aacute;rea externa e iluminar espa&ccedil;os. Al&eacute;m das aplica&ccedil;&otilde;es usuais, como em tampos de mesas e bancadas, janelas convencionais e box de banheiros, as chapas de vidro podem se transformar em escadas, substituir paredes, servir como portas e at&eacute; como revestimento. Cada um desses usos, no entanto, vai demandar tipos de vidros com espessuras e tratamentos diferentes.</p>
<p>Danila Ferrari, gerente de engenharia da Fanavid, empresa que atua no beneficiamento de vidros, explica que a espessura da pe&ccedil;a vai depender da localiza&ccedil;&atilde;o da obra, tipo de fixa&ccedil;&atilde;o e dimens&otilde;es. A localiza&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel &eacute; importante porque a velocidade do vento em cada local vai exigir do vidro graus de resist&ecirc;ncia diferentes.</p>
<p>&Eacute; por isso, por exemplo, que o mesmo tamanho de vidro pode ser mais espesso e caro para uma varanda no d&eacute;cimo andar do que em uma no primeiro andar.</p>
<p>Por outro lado, quando ele &eacute; instalado sem caixilhos, estruturas de alum&iacute;nios que funcionam como uma moldura para o vidro, tamb&eacute;m vai precisar ser mais espesso. Neste tipo de fixa&ccedil;&atilde;o o vidro &eacute; chamado de autoportante. Al&eacute;m disso, quanto maior for a &aacute;rea total da chapa de vidro a ser instalada, maior ser&aacute; sua espessura.</p>
<p>A arquiteta Rebeca Andrade, da PKO, empresa que atua no mercado de vidro, afirma que o mercado adota duas medidas padr&otilde;es para a fabrica&ccedil;&atilde;o de chapas de vidro: 2,2 x 3,2 ou 2,4 x 3,2 metros.</p>
<p>Quem quiser construir divis&oacute;rias ou paredes de vidro ainda mais cont&iacute;nuas pode optar pela medida 3,6 x 6 metros, chamada de chapa jumbo. Renata explica que neste caso a espessura m&iacute;nima ser&aacute; de 20 mil&iacute;metros. A chapa jumbo costuma ser feita por encomenda e custa em m&eacute;dia duas vezes e meio mais do que as chapas de tamanho padr&atilde;o.</p>
<p>Al&eacute;m da espessura, o local de instala&ccedil;&atilde;o e o tipo de fixa&ccedil;&atilde;o do vidro tamb&eacute;m v&atilde;o demandar que ele seja laminado ou temperado, por exemplo.<br />Vidros usados acima do pavimento t&eacute;rreo como guarda-corpo em varandas e escadas, em vidra&ccedil;as externas sem prote&ccedil;&atilde;o e parapeitos precisam obrigatoriamente ser laminados, de acordo com a norma 1799 da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Normas T&eacute;cnicas (ABNT).</p>
<p>Vidros laminados s&atilde;o aqueles que t&ecirc;m uma pel&iacute;cula interna que serve para impedir que a pe&ccedil;a se estilhasse em caso de quebra.</p>
<p>Rebeca Andrade menciona que os vidros temperados s&atilde;o obrigat&oacute;rios quando a fixa&ccedil;&atilde;o ser&aacute; sem o uso de caixilhos, ou seja, quando o vidro &eacute; autoportante. Este tipo de vidro passa por um processo de choque t&eacute;rmico durante a fabrica&ccedil;&atilde;o que o torna cinco vezes mais resistente do que o vidro comum.</p>
<p>Jos&eacute; Joaquim Miguel, presidente da Ideia Glass, empresa especializada em boxes, afirma que os vidros temperados de 8 mil&iacute;metros s&atilde;o os mais indicados para o box de banheiros e divis&oacute;rias internas entre ambientes.</p>
<p>Segundo ele, vidros comuns de 4 a 6 mil&iacute;metros s&atilde;o suficientes para janelas convencionais de casas, enquanto para pr&eacute;dio os temperados costumam ser os mais usados.</p>
<p>Embora o acabamento incolor seja o mais recorrente, Rebeca Andrade lembra que os vidros comuns, laminados e temperados podem ser fabricados em diversas cores. No caso dos laminados, a vers&atilde;o mais barata e com mais diversidade de tons &eacute; aquela cuja pel&iacute;cula interna do vidro &eacute; colorida.</p>
<p>Quando a colora&ccedil;&atilde;o est&aacute; na massa do vidro os tons padr&otilde;es no mercado s&atilde;o incolor, verde, cinza, tamb&eacute;m conhecido como fum&ecirc;, bronze e azul.&nbsp;<br /><br />Recorrer a vidros no lugar de paredes externas de alvenaria, varandas e fachadas ainda pode ser uma boa medida para tornar o im&oacute;vel mais sustent&aacute;vel. Al&eacute;m de colaborar com a efici&ecirc;ncia energia permitindo o uso da ilumina&ccedil;&atilde;o natural nas casas, os vidros com controle solar diminuem a necessidade do ar condicionado e tamb&eacute;m aumentam o isolamento ac&uacute;stico do ambiente.</p>
<p>Os vidros duplos s&atilde;o os mais eficientes para a fun&ccedil;&atilde;o termoac&uacute;stica. Eles s&atilde;o feitos com duas camadas de vidros intercaladas por uma c&acirc;mara de ar, que reduz a transmiss&atilde;o de som e calor para o ambiente.</p>
<p>Outra op&ccedil;&atilde;o, segundo Rebeca Andrade, indicada para casos em que n&atilde;o h&aacute; &iacute;ndice alto de ru&iacute;do, &eacute; usar o vidro laminado com uma pel&iacute;cula especial, mais espessa do que a comum. Esta vers&atilde;o &eacute; mais barata do que o vidro duplo e pode ser instalada em qualquer tamanho.</p>
<p>Outros tipos de vidro com controle solar s&atilde;o os metalizados, que refletem os raios solares e tamb&eacute;m mant&eacute;m a privacidade do ambiente, pois impedem que o interior do espa&ccedil;o seja visualizado. A vers&atilde;o mais moderna destes vidros &eacute; chamada de Low-e. A diferen&ccedil;a &eacute; que ele barra apenas os raios infravermelhos do sol, mantendo a luminosidade natural no ambiente.</p>
<p>Outra op&ccedil;&atilde;o para manter a privacidade de ambientes separados por vidros &eacute; usar os do tipo impresso. Ainda na f&aacute;brica os vidros impressos s&atilde;o carimbados por um rolo de a&ccedil;o com estampas, que imprime desenhos ao vidro.</p>
<p>Este tipo n&atilde;o &eacute; transparente, por isso n&atilde;o permite a visualiza&ccedil;&atilde;o de um lado para o outro, mas mant&eacute;m a luminosidade nos espa&ccedil;os. Os vidros impressos podem ter acabamento brilhante, fosco, esmaltado ou texturizado. Em rela&ccedil;&atilde;o ao vidro incolor comum, os impressos s&atilde;o entre 20% e 40% mais caros.</p>
<p>Um lan&ccedil;amento da PKO para garantir a privacidade dos ambientes envidra&ccedil;ados &eacute; o Privacy Glass. Este modelo de vidro tem uma pel&iacute;cula interna de LCD acionada por eletricidade. Quando est&aacute; desligada, as mol&eacute;culas da pel&iacute;cula ficam desordenadas e impedem a passagem da luz. Visualmente, o vidro parece branco.</p>
<p>Quando a pel&iacute;cula &eacute; ligada, as mol&eacute;culas se alinham, permitindo a passagem da luz e o aspecto incolor e transparente do vidro retorna.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REPORTAGENS RELACIONADAS:</p>
<p><a href="http://ddeschamps.com.br/noticias/sistemas-de-envidracamento/">Sistemas de envidra&ccedil;amento</a><br /><br /><a href="http://ddeschamps.com.br/noticias/sacada-sempre-um-espaco-nobre/">Sacada, sempre um espa&ccedil;o nobre</a></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 10 May 2012 07:30:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Cultive um jardim dentro de casa</title>
      <link>http://www.ddeschamps.com.br/noticias/cultive-um-jardim-dentro-de-casa/</link>
      <description><![CDATA[<p>Muitas pessoas ainda relutam em sair de uma casa e mudar para um apartamento. Um dos principais motivos para tal resist&ecirc;ncia &eacute; a falta de espa&ccedil;o, o que inclui tamb&eacute;m abrir m&atilde;o do jardim. Por&eacute;m essa desculpa j&aacute; faz parte do passado. Com novas t&eacute;cnicas, criatividade e bom gosto &eacute; poss&iacute;vel criar um jardim dentro do apartamento , mas &eacute; preciso aten&ccedil;&atilde;o ao microclima do im&oacute;vel e &agrave; compatibilidade das plantas com o espa&ccedil;o.</p>
<p>Segundo a artista pl&aacute;stica e paisagista Gica Mesiara, cada apartamento tem o seu pr&oacute;prio microclima e &eacute; preciso verificar se o ambiente fornece os elementos necess&aacute;rios para o cultivo das plantas. "Os apartamentos s&atilde;o diferentes uns dos outros. Uns s&atilde;o mais ensolarados, outros t&ecirc;m mais sombra. Antes de comprar &eacute; preciso avaliar o que o espa&ccedil;o oferece para o crescimento e desenvolvimentos das plantas ", comenta a paisagista.</p>
<p>Incid&ecirc;ncia direta de luz solar e a ventila&ccedil;&atilde;o do apartamento contribuem para determinar o tipo de planta que melhor se adapta ao espa&ccedil;o. "O bambu moss&ocirc;, por exemplo, &eacute; uma planta bastante procurada por ser bonita, por&eacute;m, esse tipo de vegetal n&atilde;o sobrevive em ambientes internos", explica a paisagista.</p>
<p>Gica aconselha a n&atilde;o usar &aacute;rvores e arbustos de grande porte devido ao tamanho de seus vasos, que ocupam muito espa&ccedil;o. Algumas plantas como a samambaia, &aacute;rvore da felicidade e o l&iacute;rio s&atilde;o mais indicados, pois se adaptam bem ao ambiente interno, n&atilde;o necessitando de sol em abund&acirc;ncia.</p>
<p>O paisagista Alexandre Zebral comenta que uma de suas preocupa&ccedil;&otilde;es ao montar um projeto &eacute; com a dist&acirc;ncia entre a planta e a janela, que deve ser no m&aacute;ximo de 3 metros. O paisagista sugere o uso de plantas que toleram meia sombra ou sombra total. Outro fator a se avaliar &eacute; a incid&ecirc;ncia de luz, que pode ser plena (a planta fica exposta ao sol durante todo o dia) ou indireta (exposta aos raios solares apenas em um per&iacute;odo do dia).</p>
<p>Alexandre sugere buscar informa&ccedil;&otilde;es sobre o tipo de planta que se tem inten&ccedil;&atilde;o de usar na decora&ccedil;&atilde;o. "Dependendo da esp&eacute;cie, a planta n&atilde;o permite poda para controle de tamanho. Outro problema &eacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao uso de flores nos ambientes internos, pois elas precisam de muita luz para se desenvolver. Para ambientes com aus&ecirc;ncia de luz, utilizamos as folhagens", explica o paisagista.</p>
<p>O sistema de drenagem &eacute; fundamental para o bom desenvolvimento da planta. O vaso deve conter furos na parte inferior para escoar o excesso de &aacute;gua. Para ajudar a filtrar, uma camada de pedrisco ou argila expandida &eacute; colocada no fundo, sendo recoberta por uma manta respons&aacute;vel por n&atilde;o deixar os nutrientes escoarem junto com a &aacute;gua. Em seguida &eacute; colocada uma camada de terra adubada, encontrada em casas agropecu&aacute;rias.</p>
<p>O paisagista lembra que ao transportar a planta para um vaso, ou replant&aacute;-la, &eacute; preciso muito cuidado para n&atilde;o danificar o turr&atilde;o que se forma junto &agrave;s ra&iacute;zes. A maioria das plantas n&atilde;o resiste aos danos causados nessa regi&atilde;o. Outra dica importante &eacute; a troca anual da terra do vaso, tendo em vista que, por conta das regas, os nutrientes acabam ficando escassos, prejudicando o desenvolvimento do vegetal.</p>
<p>As op&ccedil;&otilde;es para montar um jardim come&ccedil;am nos t&iacute;picos vasos de pl&aacute;stico e cer&acirc;mica, comuns nas casas e apartamentos mais tradicionais. Outra op&ccedil;&atilde;o &eacute; o projeto de alvenaria, que possibilita as mais diversas formas de estrutura, adaptando-se ao ambiente. Mas para quem n&atilde;o tem disponibilidade para fazer obras em casa, uma boa op&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os quadros e pain&eacute;is vivos, que seguem a tend&ecirc;ncia do jardim vertical.</p>
<p>A estrutura em madeira ou acr&iacute;lico embeleza o ambiente e tem por objetivo aproximar o homem da natureza. A praticidade na instala&ccedil;&atilde;o &eacute; grande atrativo. Segundo Gica Mesiara, a estrutura necessita apenas de parafusos, para fixa&ccedil;&atilde;o, e uma tomada, que fornecer&aacute; energia para o sistema de irriga&ccedil;&atilde;o pr&oacute;prio. Os quadros e pain&eacute;is tamb&eacute;m s&atilde;o vendidos com op&ccedil;&atilde;o de rega manual, conforme prefer&ecirc;ncia do consumidor.</p>
<p>Alexandre Zebral comenta que as cores da decora&ccedil;&atilde;o devem combinar com as plantas escolhidas, desde que essas suportem o ambiente a que ser&atilde;o submetidas. "Outro fator que eu exploro nos projetos &eacute; em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s sensa&ccedil;&otilde;es que o propriet&aacute;rio quer receber do ambiente. Folhagens transmitem tranquilidade, enquanto plantas com pontas transmitem energia", explica o paisagista.<br />Os ambientes mais explorados para instala&ccedil;&atilde;o de jardim s&atilde;o varanda e sala, devido &agrave; maior incid&ecirc;ncia de energia solar. Luminosidade, ar condicionado e circula&ccedil;&atilde;o de ar interferem diretamente na escolha das plantas, pois determinam tamb&eacute;m a velocidade de evapora&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua. Para evitar problemas com infiltra&ccedil;&atilde;o e perda de plantas, Gica sugere a contrata&ccedil;&atilde;o de um profissional especializado para produ&ccedil;&atilde;o do projeto paisag&iacute;stico e consultoria.</p>
<p>Para ambientes que n&atilde;o possuem ilumina&ccedil;&atilde;o suficiente, como cozinhas e c&ocirc;modos da &aacute;rea &iacute;ntima, uma op&ccedil;&atilde;o &eacute; a ilumina&ccedil;&atilde;o artificial. Segundo a paisagista, essa t&eacute;cnica j&aacute; &eacute; bastante utilizada no exterior, por&eacute;m, ainda n&atilde;o h&aacute; ferramentas no mercado brasileiro que atendam satisfatoriamente as necessidades de ilumina&ccedil;&atilde;o de determinadas plantas.</p>
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      <pubDate>Thu, 10 May 2012 07:15:00 +0000</pubDate>
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